
Decidi andar à procura das lesmas. Não dessas que temos tendêcia a ver em cada um de nós de manhã, e nos outros ao longo do dia. Nem dessas que julgamos encontrar quando nos pedem para tomar uma posição face aos acontecimentos que nos dizer ter acontecido e em que ilusoriamente participamos.
Falo ainda daquelas lesmas que se encontram no passeio de cimento à volta da casa no campo de Sintra. Saí de lá e fui deslocada até à Tapada da Tojeira (Vila Velha de Rodão, onde o rio espelha o mundo). Aí encontrei-me em forma de lesma debaixo de uma cereija a saborear as cerejas.
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